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📖 ORÁCULO PCM · Manual

ORÁCULO PCM

ORÁCULO PCM

Plataforma Cognitiva de Gestão de Ativos, Manutenção e Inteligência Operacional

Manual de Operação e Configuração — Livro Técnico

SIGMA Flow Engine · SIGMA Analytics Intelligence Engine · PCM Insights

Rede Industrial — SIGMA EAM/CMMS

www.centralsigma.com.br · Edição 2026

Prefácio

Durante décadas, a manutenção industrial foi tratada como um centro de custo reativo: consertava-se o que quebrava, registrava-se o que se gastava e, no melhor dos casos, cumpria-se um calendário de preventivas. O resultado é conhecido — paradas não planejadas, estoques inflados, retrabalho, perda de disponibilidade e decisões tomadas por intuição, não por evidência.

O ORÁCULO PCM nasce de uma premissa diferente: a de que o conhecimento de manutenção de uma organização já existe — está disperso em ordens de serviço, falhas, inspeções, custos, planos e na experiência das equipes — e precisa apenas ser descoberto, estruturado e colocado a serviço da decisão. Para isso, a plataforma adota dois princípios que percorrem todo este livro:

Os fluxogramas deixam de ser desenhos e passam a ser o raciocínio executável da organização; o Oráculo deixa de ser uma tela e passa a ser a consciência digital que interpreta, diagnostica, recomenda e aprende.

Este manual foi escrito com a intenção de um livro técnico: cada módulo é apresentado a partir do problema que resolve, dos seus objetivos em quatro camadas (implícito, estratégico, gerencial e operacional), do passo a passo de operação, de exemplos práticos com números e da interpretação dos resultados. As imagens são telas reais do sistema, capturadas durante a operação.

Como ler este livro: a Parte I estabelece os fundamentos e o mapa de problemas; a Parte II percorre os módulos, do Menu Principal às plataformas cognitivas (Oráculo PCM, SIGMA EAM e PCM Insights) e às calculadoras; a Parte III trata da operação no dia a dia, da configuração e da governança. Leitores executivos podem concentrar-se nas seções de objetivos e nos exemplos; equipes operacionais encontrarão o passo a passo detalhado em cada função.

Edição compatível com a versão 2026-618 da plataforma (atualizada em 2026-06-15). O histórico completo de alterações por versão está no Apêndice — Histórico de Versões, gerado automaticamente a partir do registro de mudanças do sistema.

PARTE I — FUNDAMENTOS

1. O que é o ORÁCULO PCM

O ORÁCULO PCM é uma plataforma cognitiva de Planejamento e Controle de Manutenção (PCM), Confiabilidade e Gestão de Ativos. Reúne, em uma única interface, o mapa do ecossistema de módulos do SIGMA EAM/CMMS, um conjunto de calculadoras de engenharia com base normativa e três motores de inteligência: o SIGMA Flow Engine (o próprio Oráculo, que raciocina por fluxogramas), o SIGMA Analytics Intelligence Engine (que compreende a estrutura do banco e minera conhecimento) e o PCM Insights (o centro de inteligência analítica).

Tecnicamente, a plataforma é distribuída como um aplicativo de página única (single-file), executado no navegador, com autenticação local por perfil. Isso garante portabilidade total — abre em qualquer máquina, sem instalação — e privacidade dos dados, que permanecem no dispositivo escolhido pelo usuário.

1.1 A filosofia: fluxogramas executáveis e consciência digital

Em um sistema tradicional, um fluxograma é documentação: alguém o desenha, imprime e arquiva. No ORÁCULO PCM, o fluxograma é um ativo digital executável — cada nó pode consultar dados, aplicar uma regra, executar um cálculo, decidir um caminho, acionar uma automação ou registrar um diagnóstico. O conjunto desses fluxos forma o raciocínio corporativo. O Oráculo é a camada que interpreta a intenção do usuário, seleciona e executa os fluxos pertinentes e devolve uma resposta com evidências, dados, regras e grau de confiança.

Objetivos do módulo (quatro camadas):

Camada Objetivo
Implícito Tornar visível e reutilizável o conhecimento de manutenção que hoje está implícito na experiência das pessoas e nos registros do sistema.
Estratégico Transformar a manutenção de centro de custo reativo em função geradora de confiabilidade, disponibilidade e valor para o negócio.
Gerencial Dar ao gestor uma visão única, baseada em evidência, para priorizar recursos, justificar investimentos e acompanhar indicadores.
Operacional Oferecer ao técnico e ao planejador respostas rápidas, cálculos normatizados e roteiros de ação no momento da decisão.

1.2 A quem se destina

  • Gestores e coordenadores de manutenção — visão executiva, priorização e justificativa de decisões.

  • Engenheiros de confiabilidade — MTBF, MTTR, disponibilidade, RCM, FMEA, RCA e análise de tendências.

  • Planejadores (PCM) — backlog, programação, eficiência de planos e capacidade.

  • Analistas de dados e de ativos — dicionário de dados, ER, DFD, mineração e maturidade.

  • Equipes de execução — calculadoras, procedimentos e consultas em linguagem natural.

2. Problemas que o ORÁCULO PCM resolve

Antes de operar a ferramenta, vale compreender o que ela ataca. Os problemas a seguir são recorrentes na gestão da manutenção e cada um é endereçado por um ou mais módulos da plataforma.

Problema recorrente Como o ORÁCULO PCM resolve
Dados dispersos e sem estrutura conhecida SIGMA EAM faz engenharia reversa: dicionário de dados, diagrama ER e DFD; o Oráculo gera o mesmo a partir de CSV/Excel/SQL.
Manutenção reativa, sem prioridade clara PCM Insights ranqueia bad actors (heat map, criticidade) e o Oráculo recomenda RCM/preditiva.
Custos altos e ocultos Detector de anomalias, LCC e análise de custos identificam o desperdício e a corretiva evitável.
Decisões por intuição, sem evidência Toda resposta do Oráculo traz dados, regras e grau de confiança; calculadoras com base normativa.
Backlog fora de controle Gestão de Backlog calcula semanas para eliminação e plano de recuperação.
Planos de manutenção ineficazes Eficiência dos Planos classifica eficientes/ineficientes/redundantes/obsoletos.
Falta de previsibilidade de falhas Análise de tendências (regressão/projeção) e detecção de degradação por inspeção/sensores.
Conhecimento que se perde com a rotatividade Gestão de Conhecimento e Knowledge Graph preservam sintoma–causa–solução.

3. Acesso, Autenticação e Primeiros Passos

3.1 Abrindo a plataforma

O ORÁCULO PCM é um único arquivo .html. Para iniciar, salve o arquivo e abra-o em um navegador atualizado (Chrome, Edge ou Firefox). Não há instalação nem servidor; a plataforma roda inteiramente no navegador.

3.2 Autenticação por perfil (privacidade local)

Ao abrir, é exibida a tela de acesso. O login não é uma barreira de segurança de servidor — ele separa perfis e mantém a privacidade local: os dados de cada usuário ficam isolados e gravados apenas onde a pessoa escolher (neste navegador ou em uma pasta no disco/nuvem).

Como criar a conta e entrar:

  1. Na tela de acesso, clique na aba “Criar conta”.

  2. Informe um e-mail e uma senha forte (mínimo 6 caracteres, com letra, número e símbolo).

  3. Escolha onde os dados ficarão: “Neste navegador” (privado ao dispositivo) ou “Pasta no disco ou nuvem”.

  4. Opcionalmente, ative a dupla autenticação (2FA) com aplicativo autenticador.

  5. Clique em “Criar conta”. Nas próximas vezes, use a aba “Entrar” com e-mail e senha.

Recomendação de governança: defina um padrão de e-mails por equipe e mantenha um backup periódico (exportar/importar) dos perfis, já que não há recuperação automática de senha em ambiente local.

3.3 O Menu Principal

Após o acesso, abre-se o Menu Principal — o ponto de partida de toda a operação. As funções estão organizadas em cartões coloridos, agrupados por área operacional. Clicar em um cartão abre a função; ao fechá-la, o Menu Principal retorna automaticamente.

Menu Principal do ORÁCULO PCM, com os grupos de funções e a busca global (lupa).

Figura 1 — Menu Principal do ORÁCULO PCM, com os grupos de funções e a busca global (lupa).

3.4 Navegação universal

  • Busca global (lupa): localiza qualquer função, módulo, calculadora ou objeto; aceita também o código de tela (formato XXX-999).

  • Códigos de tela: cada tela exibe, no canto superior esquerdo, um código (ex.: CAL-002, ORC-001) usado para suporte, treinamento e navegação direta.

  • Voltar/fechar: a tecla ESC fecha a tela atual; os módulos têm botão ✕ Fechar; ao fechar, o Menu Principal reaparece.

  • Idioma: exibido abaixo do menu; conteúdo e narração seguem o idioma selecionado.

PARTE II — OS MÓDULOS

4. Menu Principal e Mapa do Ecossistema

O Menu Principal não é apenas um índice: é a expressão visual de que toda a organização da manutenção cabe em áreas operacionais coerentes. Compreendê-lo é o primeiro passo para operar a plataforma com fluidez.

4.1 Grupos e botões

Grupo Botões
Operação & Navegação Fluxograma PCM, Ecossistema PCM, ORÁCULO PCM, PCM Insights, Sumário
Cálculos Calculadora (Central de Cálculos)
IIoT — Telemetria & Análise IIoT / Gêmeo Digital, Simuladores próprios, Telemetria & Sensores
DATA SHEET — Fichas Técnicas Data Sheet / Fichas, Importar & Analisar, Gerar Manual / Áudio
MANUAL TÉCNICO Manual Técnico / Repositório, Importar & Analisar, Gerar / Traduzir / Áudio
Inteligência & Análise IAN — Assistente, Recomendações, Ações Inteligentes, Sugestões, Mineração de Dados, SIGMA EAM, Base de Conhecimento
Cadastro & Suprimentos Ficha Técnica, Fornecedores, Importação
Documentação & Mídia Tutorial

Ecossistema PCM (objetivo estratégico): o mapa interativo mostra como os módulos e objetos do SIGMA EAM se conectam. Serve para onboarding de novos colaboradores, para localizar onde um dado nasce e para comunicar a visão sistêmica da manutenção à liderança.

Fluxograma PCM (objetivo operacional): consolida o fluxo de trabalho do PCM — da abertura à conclusão da OS — servindo como padrão de processo para a equipe.

5. ORÁCULO PCM — SIGMA Flow Engine

Este é o coração cognitivo da plataforma. O Oráculo recebe um pedido em linguagem natural, interpreta a intenção, executa os fluxogramas relacionados e devolve uma resposta estruturada. É acessado pelo botão ORÁCULO PCM no Menu Principal.

Problema que resolve: elimina a distância entre a pergunta de negócio (“como aumento a disponibilidade do compressor?”) e a resposta técnica fundamentada. Em vez de abrir vários relatórios e cruzar planilhas, o usuário pergunta e recebe diagnóstico, dados, regras, recomendações e o caminho para o cálculo.

Objetivos do módulo (quatro camadas):

Camada Objetivo
Implícito Capturar a intenção do usuário e traduzi-la no raciocínio técnico correto, mesmo quando ele não conhece o jargão.
Estratégico Padronizar o raciocínio de confiabilidade e PCM em toda a organização, reduzindo dependência de especialistas isolados.
Gerencial Acelerar decisões com rastreabilidade — cada resposta mostra em que dados e regras se baseia e o grau de confiança.
Operacional Entregar ao operador um assistente sempre disponível que aponta a ação e abre a calculadora certa.

5.1 Aba Oráculo (console)

É o ponto central de interação. O usuário digita um pedido ou clica em um dos chips de exemplo; o sistema responde em um cartão com oito seções: intenção interpretada, fluxogramas executados, fluxogramas executáveis em SVG, dados utilizados, regras aplicadas, diagnóstico/resposta, recomendações e grau de confiança. Quando pertinente, exibe botões que abrem a calculadora real correspondente e um bloco de aprofundamento técnico com a base normativa.

Fluxogramas executáveis em SVG (Flow Engine). A partir da versão 2026-599, cada resposta gera automaticamente os fluxogramas correspondentes como desenhos vetoriais (SVG) renderizados na própria tela — e não apenas como uma lista de etapas. Cada nó recebe forma e cor conforme o tipo: Início/Fim (arredondado), Decisão/Condição (losango), Consulta SQL/API/IA/IoT (paralelogramo) e os demais (retângulo), com setas de sequência, marca d’água “WWW.MUNDOPCM.COM.BR” e rodapé de direitos reservados ao MUNDO PCM. Para cada fluxo, o cartão oferece o botão “⬇ Baixar SVG”, que exporta o vetor para uso em apresentações e documentos, e o bloco Mermaid (flowchart TD) com botão Copiar, para versionar o fluxo ou integrá-lo a outras ferramentas.

Console do Oráculo respondendo “Como aumentar o MTBF do compressor?”, com fluxos, dados, regras, diagnóstico, recomendações e base técnica (ABNT NBR 5462).

Figura 2 — Console do Oráculo respondendo “Como aumentar o MTBF do compressor?”, com fluxos, dados, regras, diagnóstico, recomendações e base técnica (ABNT NBR 5462).

Como usar (passo a passo):

  1. Abra o ORÁCULO PCM e permaneça na aba “Oráculo”.

  2. Digite o pedido em linguagem natural ou clique em um chip de exemplo (ex.: “Quais os equipamentos mais problemáticos?”).

  3. Pressione “Perguntar” (ou Enter).

  4. Leia a intenção interpretada e confirme se corresponde ao que você quis dizer.

  5. Percorra os fluxogramas executados e os dados/regras — é a evidência que sustenta a resposta.

  6. Visualize os fluxogramas executáveis em SVG gerados para a sua pergunta; use “⬇ Baixar SVG” para exportar o desenho vetorial ou copie o código Mermaid para reaproveitá-lo em outras ferramentas.

  7. Aplique as recomendações; observe o grau de confiança para calibrar o quanto exigir de validação adicional.

  8. Clique nos botões de calculadora para quantificar (ex.: abrir o cálculo de MTBF) e no aprofundamento técnico para a fundamentação.

Exemplo prático — Diagnóstico de um compressor com paradas frequentes

Contexto: Um compressor de ar de serviço apresenta paradas repetidas e o gestor quer saber como elevar o MTBF.

  1. No console, digite: “Como aumentar o MTBF do compressor?” e pressione Perguntar.

  2. O Oráculo interpreta a intenção como “Aumentar MTBF”, com alvo “compressor”.

  3. Executa os fluxos RCM (SAE JA1011) e FMEA; usa falhas por TAG, modos recorrentes e condição por sensores.

  4. Aplica as regras (MTBF = tempo de operação / nº de falhas; falha crônica → tratar modo dominante).

  5. Recomenda eliminar o modo de falha dominante, ajustar o plano e adotar monitoramento de condição.

  6. Clique em “MTBF” para abrir a calculadora e quantificar o ganho esperado.

Interpretação: A resposta direciona o esforço para o modo de falha que mais reduz o MTBF, em vez de tratar sintomas; o grau de confiança orienta se é prudente confirmar com um RCA formal antes de investir.

Exemplo prático — Decidir entre reformar e substituir um ativo de alto custo

Contexto: Um redutor crítico consome manutenção acima do orçamento e a diretoria pede uma posição: vale reformar ou substituir?

  1. No console, pergunte: “Vale a pena substituir o redutor da linha 3?”.

  2. O Oráculo interpreta a intenção como decisão de ciclo de vida e aciona os fluxos de custo e de gestão de ativos (ISO 55000).

  3. Usa o histórico de custos do ativo, a disponibilidade e o número de intervenções.

  4. Recomenda comparar o LCC de reformar x substituir e exibe o botão da calculadora de custos/LCC.

  5. Clique no botão de cálculo para quantificar o payback da substituição.

Interpretação: A decisão deixa de ser opinião e passa a ser comparação de custo total de propriedade; o Oráculo conduz do problema de negócio até o número que sustenta a escolha.

O que o Oráculo entende (intenções reconhecidas): o console mapeia linguagem natural para intenções de confiabilidade (MTBF, MTTR, disponibilidade, confiabilidade), análise de falha (FMEA, RCA, causa raiz), planejamento (backlog, parada, plano de manutenção), custo (redução de custo, custo por ativo), risco (criticidade, RBI) e gestão (OEE, RCM). Você pode escrever como fala: “quais equipamentos dão mais dor de cabeça?” é interpretado como “ativos mais problemáticos”.

Boas práticas de pergunta: seja específico quanto ao ativo ou área (“linha 2”, “compressor 01”) e ao objetivo (“reduzir parada”, “aumentar MTBF”). Quanto mais contexto, maior o grau de confiança e mais direcionadas as recomendações.

5.2 Aba Arquitetura

Apresenta as sete camadas do Flow Engine — da descoberta de dados ao Knowledge Graph — e os módulos cognitivos. É a leitura recomendada para quem vai planejar a integração ao banco e às fontes de dados reais.

Arquitetura do Flow Engine: as sete camadas e os módulos cognitivos.

Figura 3 — Arquitetura do Flow Engine: as sete camadas e os módulos cognitivos.

Camada Função e objetivo
1 Data Discovery Conecta bancos, planilhas, APIs, IoT e documentos; descobre tabelas, relações e indicadores.
2 Knowledge Extraction Converte dados em regras, correlações e causas prováveis.
3 Flow Generation Gera fluxogramas executáveis (JSON/BPMN/Mermaid).
4 Business Rule Produz algoritmos e árvores de decisão para os indicadores.
5 Diagnostic Executa diagnósticos: hipóteses, causas raízes e planos de ação.
6 Learning Aprende com OS, falhas, inspeções e decisões humanas.
7 Knowledge Graph Memória corporativa que relaciona ativos, falhas, custos, técnicos e fluxos.

5.3 Aba Biblioteca de Fluxos

Catálogo de fluxogramas executáveis de amostra por categoria (PCM, RCM, FMEA, RCA, TPM/OEE, ISO 55000, custos, estoque, motores, bombas, compressores, redutores). Selecionar uma categoria exibe a sequência de nós (Início → … → Fim), exportável. Os mesmos fluxos são renderizados automaticamente como fluxogramas vetoriais (SVG) no console do Oráculo (ver 5.1), com opção de download em SVG e exportação em Mermaid.

5.4 Aba Flow Studio

Mostra a paleta de nós executáveis do editor (Início, Fim, Decisão, Condição, Cálculo, Consulta SQL/API/IA, Diagnóstico, Aprovação, Automação, Workflow, Notificação, Simulação, Predição). É o vocabulário com que se constrói o raciocínio executável.

Como usar a Biblioteca de Fluxos:

  1. Abra a aba “Biblioteca de Fluxos”.

  2. Escolha a categoria pertinente ao seu problema (ex.: RCM para definir estratégia de manutenção; RCA para investigar uma falha).

  3. Percorra a sequência de nós (Início → decisões → cálculos → diagnóstico → Fim) para entender o raciocínio padrão.

  4. Use o fluxo como roteiro de trabalho da equipe ou como base para um fluxo próprio no Flow Studio.

Exemplo prático — Aplicando o fluxo de RCM a uma bomba centrífuga

Contexto: A equipe precisa definir a estratégia de manutenção de uma bomba sem critério padronizado.

  1. Na Biblioteca, abra a categoria RCM.

  2. Siga o fluxo: identificar funções → falhas funcionais → modos de falha → efeitos → consequências → seleção da tarefa (preditiva/preventiva/detectiva/corretiva).

  3. Para cada modo dominante, registre a tarefa recomendada pelo fluxo.

  4. Leve os modos críticos ao console do Oráculo para quantificar o impacto no MTBF.

Interpretação: O fluxo padroniza a decisão segundo a SAE JA1011: a estratégia passa a depender da consequência da falha, e não do hábito — evitando preventivas desnecessárias e corretivas perigosas.

Como usar o Flow Studio:

  1. Abra a aba “Flow Studio” e observe a paleta de nós executáveis.

  2. Monte o raciocínio combinando nós: comece em Início, adicione um nó de Consulta (dados), um de Cálculo (ex.: MTBF), um de Decisão (ex.: MTBF < meta?) e ramifique para Diagnóstico e Automação.

  3. Encerre em Fim e valide a lógica percorrendo cada caminho.

  4. Exporte o fluxo (JSON/BPMN/Mermaid) para versionar ou integrar.

Objetivo estratégico do editor: transformar conhecimento tácito (“quando o MTBF cai, a gente verifica lubrificação e desalinhamento”) em um ativo digital reutilizável, auditável e que não se perde com a rotatividade da equipe.

5.5 Aba Engenharia de Dados

Recurso operacional poderoso: gera automaticamente o dicionário de dados, o diagrama ER e o DFD a partir de dados colados (CSV/TSV), de um esquema SQL (CREATE TABLE) ou de um arquivo importado (.csv/.xlsx). Também carrega o esquema canônico do SIGMA EAM com um clique.

Aba Engenharia de Dados gerando dicionário, ER e DFD a partir do esquema SIGMA EAM.

Figura 4 — Aba Engenharia de Dados gerando dicionário, ER e DFD a partir do esquema SIGMA EAM.

Como usar (passo a passo):

  1. Abra a aba “Engenharia de Dados”.

  2. Cole dados CSV/TSV com cabeçalho, ou comandos SQL CREATE TABLE, ou carregue um arquivo; alternativamente clique em “Carregar esquema SIGMA EAM”.

  3. Clique em “Analisar estrutura”.

  4. Leia o dicionário de dados (campo, tipo inferido, PK/FK, exemplo), o diagrama ER (entidades + relações) e o DFD.

  5. Use “Copiar” para exportar o código Mermaid e renderizá-lo em um editor externo, se desejar.

Problema que resolve: permite entender a estrutura de uma base desconhecida (uma planilha de terceiros, uma extração do ERP) em segundos, sem depender da equipe de TI, produzindo a documentação técnica (dicionário/ER/DFD) que normalmente levaria dias.

Exemplo prático — Documentando uma extração do ERP em segundos

Contexto: TI entregou um CSV de ordens de serviço sem documentação e o analista precisa entender a estrutura antes de cruzar dados.

  1. Na aba Engenharia de Dados, cole o CSV (com a linha de cabeçalho) no campo de texto.

  2. Clique em “Analisar estrutura”.

  3. Leia o dicionário gerado: cada coluna recebe tipo inferido (inteiro, decimal, data, booleano, texto) e marcação de possível chave (campos terminados em _id viram FK candidatas).

  4. Veja o diagrama ER com as entidades e relações detectadas e copie o código Mermaid.

  5. Confirme as relações no DFD antes de integrar a base.

Interpretação: Em segundos obtém-se a documentação (dicionário, ER e DFD) que normalmente exige a equipe de banco de dados e vários dias — reduzindo o risco de cruzar campos errados.

6. SIGMA EAM — Analytics Intelligence Engine

O módulo SIGMA EAM compreende a estrutura do banco do SIGMA EAM (sobre um modelo canônico de 16 tabelas) e transforma os dados em conhecimento, alimentando o Oráculo PCM. É acessado pelo botão SIGMA EAM, no grupo Inteligência & Análise.

Problema que resolve: o conhecimento sobre o próprio banco de dados costuma estar na cabeça de poucos. O SIGMA EAM documenta automaticamente a base (engenharia reversa), expõe os relacionamentos e os KPIs por tabela e conecta tudo ao raciocínio do Oráculo.

Objetivos do módulo (quatro camadas):

Camada Objetivo
Implícito Tornar o banco de dados autoexplicável — cada tabela revela seu objetivo, relacionamentos e indicadores.
Estratégico Criar uma memória corporativa (Knowledge Graph) que sobreviva à rotatividade e una ativos, falhas, custos e fluxos.
Gerencial Dar ao gestor um mapa de onde os indicadores nascem e como os custos se conectam aos ativos.
Operacional Entregar ao analista o dicionário, o ER e o DFD prontos, e consultas em linguagem natural sobre os dados.

6.1 ER & Dicionário

Apresenta o dicionário de dados, o diagrama ER e o dicionário inteligente por tabela (descrição, objetivo, relacionamentos e KPIs associados). É o ponto de partida para qualquer integração ou auditoria de dados.

SIGMA EAM — dicionário de dados e diagrama ER do modelo canônico.

Figura 5 — SIGMA EAM — dicionário de dados e diagrama ER do modelo canônico.

Tabelas-chave e seus KPIs: ORDEM_SERVICO (MTTR, Backlog, Custos, SLA); EQUIPAMENTO (MTBF, Disponibilidade, Criticidade); FALHA (MTBF, Confiabilidade); MATERIAL (Giro, Consumo).

6.2 Knowledge Graph

Mostra o encadeamento Ativos → Falhas → OS → Custos → Materiais → Técnicos → Fornecedores → Planos → Indicadores → Fluxogramas. É a representação da memória corporativa: ao investigar uma falha, navega-se até os custos, os materiais consumidos, os técnicos envolvidos e os planos relacionados.

SIGMA Knowledge Graph — a cadeia de relacionamentos da memória corporativa.

Figura 6 — SIGMA Knowledge Graph — a cadeia de relacionamentos da memória corporativa.

6.3 Mineração & Análises

Reúne as descobertas de data mining (com o método analítico e o KPI impactado), as análises de PCM (que abrem as calculadoras reais) e os blocos de qualidade total, análise preditiva e prescritiva.

SIGMA EAM — mineração de dados, análises de PCM e blocos de qualidade/preditiva/prescritiva.

Figura 7 — SIGMA EAM — mineração de dados, análises de PCM e blocos de qualidade/preditiva/prescritiva.

Exemplo prático — Da descoberta à ação

Contexto: O gestor quer reduzir custos sem perder disponibilidade.

  1. Na aba Mineração & Análises, observe a descoberta “Custos ocultos” (método: corretiva evitável + horas extras + retrabalho).

  2. Identifique os ativos no topo do Pareto de custos.

  3. Clique no indicador “Redução de custos” para abrir a calculadora e quantificar.

  4. Na aba Consultas, pergunte “Qual ativo possui maior custo?” — a resposta vem do Oráculo com recomendações.

Interpretação: A mineração aponta onde está o desperdício; a calculadora quantifica; o Oráculo recomenda a estratégia — fechando o ciclo dado → decisão.

6.4 Consultas em linguagem natural

As perguntas (ex.: “Quais falhas mais impactam o MTBF?”) são roteadas ao Oráculo PCM, que executa os fluxos e responde com evidências. É a ponte entre o SIGMA EAM e o raciocínio do Flow Engine.

Aplicação real ao seu banco: para que o ER, o dicionário e o DFD reflitam exatamente a sua base, informe o esquema real (CREATE TABLE) ou um CSV das tabelas na aba Engenharia de Dados do Oráculo; o modelo passa a espelhar o seu banco.

7. PCM Insights

O PCM Insights é o centro de inteligência analítica da plataforma. Ao abrir, exibe o Painel Executivo e um grid com 17 recursos, além dos chips das capacidades (IA, Data Mining, Machine Learning, Knowledge Graph, BI, Digital Twin, Rule Engine, Workflow Engine, Predictive e Prescriptive Analytics). Cada recurso possui exportação (PDF) do conteúdo exibido.

Problema que resolve: concentra, em um só lugar, as análises que normalmente exigiriam vários relatórios e ferramentas — do painel executivo à simulação de cenários — com interatividade e linguagem de negócio.

Objetivos do módulo (quatro camadas):

Camada Objetivo
Implícito Transformar números em narrativa de decisão — o sistema não só mostra o KPI, mas comenta o que ele significa.
Estratégico Sustentar o planejamento estratégico de ativos (substituição, investimento, maturidade) com análise quantitativa.
Gerencial Dar ao gestor um cockpit diário (painel executivo) e ferramentas de priorização (heat map, criticidade, backlog).
Operacional Permitir ao analista simular cenários, calcular LCC, detectar anomalias e gerar artefatos de engenharia.

PCM Insights — Painel Executivo com KPIs e comentário automático da IA.

Figura 8 — PCM Insights — Painel Executivo com KPIs e comentário automático da IA.

7.1 Painel Executivo (Botão 10)

Exibido ao abrir o módulo, apresenta a situação da planta hoje (disponibilidade, OEE, custo, backlog, falhas críticas, risco) e um comentário automático da IA que interpreta os números e sugere prioridades. É o cockpit diário do gestor.

7.2 Análise de Tendências (Botão 1)

Analisa a evolução temporal de um indicador, com regressão linear e projeção, e responde às quatro perguntas clássicas: o que aconteceu, por que aconteceu, o que acontecerá e o que deve ser feito.

PCM Insights — grid dos 17 recursos e o início da Análise de Tendências.

Figura 9 — PCM Insights — grid dos 17 recursos e o início da Análise de Tendências.

Exemplo prático — Lendo a tendência do MTBF

Contexto: O coordenador quer saber se as ações de confiabilidade estão surtindo efeito.

  1. Abra “Análise de Tendências” e selecione o indicador MTBF e o período Mensal.

  2. Observe a linha histórica e a projeção tracejada dos próximos três períodos.

  3. Leia “O que aconteceu” (ex.: MTBF subiu de 1.356 para 1.576 h) e “O que fazer”.

Interpretação: Tendência de alta no MTBF confirma ganho de confiabilidade; a orientação é manter e padronizar as ações que geraram o resultado.

7.3 Heat Map de Falhas (Botão 4)

Mapa térmico por setor e linha; quanto mais quente (vermelho), mais falhas. Clicar em uma célula faz o drill-down até os hotspots, modos recorrentes e ações.

PCM Insights — Heat Map de falhas por setor × linha, com drill-down.

Figura 10 — PCM Insights — Heat Map de falhas por setor × linha, com drill-down.

7.4 Custo do Ciclo de Vida — LCC (Botão 8)

Calcula o custo total de propriedade do ativo ao longo da vida (aquisição, instalação, manutenção, energia, peças, paradas, reforma, descarte) e mostra a composição por categoria, apoiando decisões de substituição e investimento.

PCM Insights — Custo do Ciclo de Vida (LCC) com composição por categoria.

Figura 11 — PCM Insights — Custo do Ciclo de Vida (LCC) com composição por categoria.

7.5 Causa Raiz Automática (Botão 2)

Objetivo: apoiar a análise de causa raiz com métodos consagrados e encaminhar um RCA estruturado ao Oráculo.

Como usar:

  1. Abra “Causa Raiz Automática”.

  2. Revise os métodos sugeridos (Pareto, Ishikawa/6M, 5 Porquês, FTA) e a análise de amostra.

  3. Clique em “Gerar RCA no Oráculo” para um diagnóstico com evidências.

Exemplo prático — Investigando falhas recorrentes em um motor

Contexto: Um motor elétrico falha repetidamente e a equipe troca o componente sem entender a causa.

  1. Abra o recurso e selecione o método 5 Porquês.

  2. Registre a cadeia: falhou → superaquecimento → sobrecarga → desalinhamento → base deformada.

  3. Gere o RCA no Oráculo para confirmar a causa raiz e a ação corretiva.

Interpretação: A correção passa a atacar a base deformada (causa raiz), e não o motor (sintoma), eliminando a reincidência e o custo repetido de troca.

7.6 Matriz de Saúde do Ativo — ISA (Botão 3)

Objetivo: calcular o Índice de Saúde do Ativo (0–100) ponderando confiabilidade, disponibilidade, custos, criticidade, segurança, obsolescência e histórico de falhas.

Como usar:

  1. Abra “Matriz de Saúde (ISA)”.

  2. Ajuste os controles de cada critério conforme a realidade do ativo.

  3. Leia o ISA e a classificação (Excelente / Bom / Atenção / Crítico).

Método: índice ponderado dos critérios, com inversão dos critérios negativos (custos, obsolescência e histórico de falhas reduzem o índice).

Exemplo prático — Priorizando ativos pela saúde

Contexto: Há orçamento para revisar apenas três ativos no trimestre.

  1. Calcule o ISA dos candidatos.

  2. Ordene do menor para o maior índice.

  3. Priorize os classificados como “Crítico” e “Atenção”.

Interpretação: O ISA transforma percepção em número comparável, permitindo direcionar o orçamento para os ativos que mais ameaçam a operação.

7.7 Criticidade Dinâmica (Botão 5)

Objetivo: classificar ativos em classes A/B/C cruzando produção, segurança, meio ambiente, custos e disponibilidade.

Como usar:

  1. Abra “Criticidade Dinâmica”.

  2. Analise a tabela e as classes resultantes.

  3. Use a classe para definir a profundidade da estratégia (mais preditiva nos A).

Problema que resolve: evita tratar todos os ativos da mesma forma; concentra esforço e monitoramento onde a falha tem maior consequência.

7.8 Gestão de Backlog (Botão 6)

Objetivo: dimensionar o backlog em semanas e gerar plano de recuperação.

Como usar:

  1. Abra “Gestão de Backlog”.

  2. Informe OS abertas/vencidas, horas pendentes e capacidade (HH/semana).

  3. Leia o backlog em semanas, os dias para eliminação e o plano; abra a calculadora RB-07 se quiser detalhar.

Método: Backlog = carteira (HH) ÷ capacidade (HH/semana); faixa saudável entre 2 e 4 semanas.

7.9 Eficiência dos Planos (Botão 7)

Objetivo: classificar planos como eficientes, ineficientes, redundantes ou obsoletos pelo efeito observado.

Como usar:

  1. Abra “Eficiência dos Planos”.

  2. Analise a tabela (efeito em falhas, custo e MTBF/disponibilidade).

  3. Use “Analisar no Oráculo” para aprofundar e decidir ajustes.

Exemplo prático — Eliminando uma preventiva que não entrega valor

Contexto: Um plano semanal consome HH mas não reduz falhas.

  1. Abra o recurso e localize o plano marcado como “ineficiente/redundante”.

  2. Confirme no histórico que as falhas não caem com o plano.

  3. Reduza a frequência ou substitua por inspeção sob condição.

Interpretação: Liberar HH de planos sem efeito reduz o backlog sem aumentar risco — ganho imediato de capacidade.

7.10 Detector de Anomalias (Botão 9)

Objetivo: sinalizar desvios anormais em custos, consumo, horas, falhas e estoque.

Como usar:

  1. Abra “Detector de Anomalias”.

  2. Analise a tabela esperado x observado e a severidade.

  3. Trate primeiro as anomalias de severidade alta.

Método: limites estatísticos (±3σ) sobre o histórico geram alertas preventivos antes que o desvio vire perda.

7.11 Simulador de Cenários (Botão 11)

Objetivo: estimar o impacto de decisões (“e se?”) sobre MTBF, MTTR, disponibilidade, OEE e custos.

Como usar:

  1. Abra “Simulador de Cenários”.

  2. Escolha o cenário (contratar técnicos, aumentar preventiva, trocar equipamento, aumentar estoque) e a intensidade.

  3. Leia o impacto estimado em cada indicador.

Exemplo prático — Justificando a contratação de um técnico

Contexto: O gestor quer saber se reforçar a equipe melhora os indicadores o suficiente para justificar o custo.

  1. Selecione o cenário “contratar técnicos” e ajuste a intensidade.

  2. Observe a queda projetada no MTTR e no backlog e a alta na disponibilidade.

  3. Compare o ganho com o custo da contratação.

Interpretação: A simulação dá ao gestor um argumento quantitativo para a decisão de pessoal, em vez de uma defesa apenas qualitativa.

7.12 Gestão de Conhecimento (Botão 12)

Objetivo: registrar casos de falha (sintoma–causa–solução) em uma biblioteca corporativa que alimenta a IA.

Como usar:

  1. Abra “Gestão de Conhecimento”.

  2. Preencha sintoma, causa, solução, custo e tempo de reparo.

  3. Clique em “Adicionar à biblioteca” (registro na sessão).

Objetivo estratégico: reter o conhecimento que normalmente sai pela porta com o técnico experiente, acelerando o diagnóstico futuro de falhas semelhantes.

7.13 Recomendador de Melhorias (Botão 13)

Objetivo: priorizar oportunidades de melhoria com ganho estimado, payback e ROI.

Como usar:

  1. Abra “Recomendador de Melhorias”.

  2. Analise a tabela de oportunidades e os indicadores financeiros.

  3. Priorize as de maior ROI e menor payback.

Problema que resolve: ordena iniciativas concorrentes por retorno, evitando que o esforço se disperse em melhorias de baixo impacto.

7.14 Gêmeo Digital (Botão 14)

Objetivo: consultar o score de saúde e os indicadores de um ativo e conversar sobre ele no Oráculo.

Como usar:

  1. Abra “Gêmeo Digital” e selecione o ativo.

  2. Leia o score e os indicadores (histórico, condição).

  3. Clique para conversar sobre o ativo no Oráculo.

7.15 Pergunte ao Banco (Botão 15)

Objetivo: fazer perguntas em linguagem natural sobre os dados, sem escrever consultas.

Como usar:

  1. Abra “Pergunte ao Banco”.

  2. Digite a pergunta ou clique em um exemplo.

  3. A pergunta é interpretada e respondida pelo Oráculo com insights e recomendações.

7.16 Maturidade PCM (Botão 16)

Objetivo: avaliar a maturidade do PCM (0–100) por dimensões e situar a gestão em um nível.

Como usar:

  1. Abra “Maturidade PCM”.

  2. Ajuste as dimensões (planejamento, programação, confiabilidade, estoque, custos, gestão de ativos, qualidade dos dados).

  3. Leia o índice e o nível (Reativo / Em desenvolvimento / Gerenciado / Classe Mundial).

Exemplo prático — Definindo o próximo passo de evolução

Contexto: A diretoria quer um plano de evolução do PCM com metas claras.

  1. Avalie as dimensões e registre o índice atual (ex.: 48 — Em desenvolvimento).

  2. Identifique as duas dimensões de menor nota.

  3. Defina ações para elas e reavalie no trimestre seguinte.

Interpretação: A maturidade vira uma régua objetiva de evolução, conectando ações operacionais a uma meta de gestão.

7.17 Copiloto de Engenharia (Botão 17)

Objetivo: gerar artefatos de engenharia de manutenção (RCA, FMEA, planos, checklists, fluxos e KPIs).

Como usar:

  1. Abra “Copiloto de Engenharia”.

  2. Clique no artefato desejado: RCA e FMEA são executados pelo Oráculo; os demais geram um modelo inicial editável.

Objetivo operacional: reduzir o tempo de produção de documentos técnicos, partindo de um rascunho consistente em vez da folha em branco.

7.18 Quadro-resumo dos 17 recursos

Recurso Para que serve / quando usar
1 Análise de Tendências Avaliar evolução, projeção e diagnóstico de um indicador.
2 Causa Raiz Automática Apoiar RCA com Pareto, Ishikawa, 5 Porquês e FTA; gerar RCA no Oráculo.
3 Matriz de Saúde (ISA) Calcular o Índice de Saúde do Ativo (0–100) e classificá-lo.
4 Heat Map de Falhas Localizar hotspots por setor/linha com drill-down.
5 Criticidade Dinâmica Classificar ativos em A/B/C por múltiplos eixos.
6 Gestão de Backlog Dimensionar backlog e gerar plano de recuperação.
7 Eficiência dos Planos Classificar planos (eficiente/ineficiente/redundante/obsoleto).
8 Custo do Ciclo de Vida Calcular LCC e comparar ativos.
9 Detector de Anomalias Sinalizar desvios (custos, consumo, horas, falhas, estoque).
10 Painel Executivo Cockpit diário com KPIs e comentário da IA.
11 Simulador de Cenários Estimar impacto de decisões (“e se?”).
12 Gestão de Conhecimento Registrar casos de falha (biblioteca corporativa).
13 Recomendador de Melhorias Priorizar oportunidades por ROI/payback.
14 Gêmeo Digital Score e indicadores por ativo; conversar no Oráculo.
15 Pergunte ao Banco Consultar dados em linguagem natural.
16 Maturidade PCM Avaliar maturidade (0–100) por dimensões.
17 Copiloto de Engenharia Gerar RCA, FMEA, planos, checklists, fluxos e KPIs.

Exemplo prático — Recuperando um backlog crítico (Botão 6)

Contexto: A carteira de manutenção acumulou 1.200 HH pendentes e a equipe entrega 300 HH por semana.

  1. Abra “Gestão de Backlog” e informe OS abertas, horas pendentes (1.200) e capacidade (300 HH/semana).

  2. O sistema calcula o backlog em 4 semanas (1.200 ÷ 300) e classifica a situação.

  3. Leia o plano de recuperação (ex.: alocar HH extras para retornar à faixa de 3 semanas) e priorize as OS vencidas.

Interpretação: Quantificar o backlog em semanas transforma uma sensação (“estamos atolados”) em meta clara (“precisamos de X HH extras por Y semanas”).

8. Calculadoras de Engenharia e Indicadores

As calculadoras dão rigor quantitativo às decisões. Abrem-se pela Central de Cálculos, pela busca global ou pelos botões dos módulos. Ao abrir, informe os dados de entrada (o resultado recalcula ao vivo), gere o PDF do cálculo e use a narração quando útil.

Problema que resolve: elimina planilhas avulsas e cálculos manuais sujeitos a erro, padronizando fórmulas e referências normativas em toda a equipe.

Calculadora de MTBF (RB-01) com base ABNT NBR 5462 — recálculo ao vivo e geração de PDF.

Figura 12 — Calculadora de MTBF (RB-01) com base ABNT NBR 5462 — recálculo ao vivo e geração de PDF.

8.1 Indicadores de confiabilidade e manutenção

Código Indicador Fórmula / base
RB-01 MTBF — Tempo Médio Entre Falhas MTBF = tempo de operação ÷ nº de falhas (ABNT NBR 5462)
RB-02 MTTR — Tempo Médio de Reparo MTTR = Σ tempos de reparo ÷ nº de reparos
RB-03 MTTF — Tempo Médio até a Falha MTTF = tempo total ÷ nº de itens que falharam
RB-04 Disponibilidade (A) A = MTBF ÷ (MTBF + MTTR)
RB-05 Confiabilidade R(t) R(t) = e^(−t÷MTBF)
RB-06 Taxa de Falhas λ / FIT λ = nº de falhas ÷ tempo; FIT = λ × 10⁹
RB-07 Backlog de Manutenção Backlog = HH pendentes ÷ capacidade (semanas)

Exemplo prático — Calculando a disponibilidade a partir do MTBF e do MTTR

Contexto: Um equipamento tem MTBF de 1.460 h e MTTR de 8 h.

  1. Abra a calculadora RB-04 (Disponibilidade).

  2. Informe MTBF = 1.460 e MTTR = 8.

  3. Leia A = 1.460 ÷ (1.460 + 8) = 99,5%.

Interpretação: Disponibilidade de 99,5% é excelente; se a meta por criticidade for 99,7%, o caminho mais eficaz costuma ser reduzir o MTTR (kits, procedimentos, peças) antes de elevar o MTBF.

8.2 Eficiência, custos e parada

Código Calculadora
OE-09 OEE = Disponibilidade × Desempenho × Qualidade
OE-10 TEEP / Utilização
DM-04 Redução de Custos da Manutenção
DM-05 Eficiência da Mão de Obra
ST-11 Valor Agregado da Parada (EVM)
AM-08 Risco RBI (PoF × CoF)
CT-07 Medição / Glosa por SLA

A Central de Cálculos inclui ainda famílias de projeto de engenharia (engrenagens, polias, correias, eixos, rolamentos, bombas), hidráulica (Hazen-Williams, Darcy-Weisbach, Reynolds, NPSH, golpe de aríete), lubrificação, instrumentação, veículos e utilidades.

8.3 Exemplos resolvidos

Exemplo prático — OEE de uma linha de envase (OE-09)

Contexto: A linha opera 8 h, com 30 min de parada; produz a 90% da velocidade nominal e 2% de refugo.

  1. Abra a calculadora OE-09.

  2. Informe disponibilidade = 7,5/8 = 93,8%; desempenho = 90%; qualidade = 98%.

  3. Leia OEE = 0,938 × 0,90 × 0,98 = 82,7%.

Interpretação: OEE de 82,7% está próximo do padrão de classe mundial (85%); a maior perda está no desempenho — foco em microparadas e velocidade.

Exemplo prático — Taxa de falhas e confiabilidade (RB-06 e RB-05)

Contexto: Um componente acumulou 5 falhas em 20.000 h de operação; deseja-se a confiabilidade para 2.000 h.

  1. Abra a RB-06: λ = 5 ÷ 20.000 = 0,00025 falhas/h (MTBF = 4.000 h).

  2. Abra a RB-05 e informe t = 2.000 h e MTBF = 4.000 h.

  3. Leia R(t) = e^(−2.000÷4.000) = e^(−0,5) ≈ 60,7%.

Interpretação: Há cerca de 61% de chance de operar 2.000 h sem falhar; se a missão exige mais, é preciso elevar o MTBF (reduzir a taxa de falhas) ou prever redundância.

Exemplo prático — Risco RBI para priorizar inspeção (AM-08)

Contexto: Um vaso de pressão tem probabilidade de falha média e consequência alta.

  1. Abra a calculadora AM-08 (RBI).

  2. Informe a probabilidade de falha (PoF) e a consequência (CoF) nas escalas indicadas.

  3. Leia o risco = PoF × CoF e a faixa (baixo/médio/alto).

Interpretação: Risco alto justifica antecipar a inspeção e intensificar o monitoramento, alocando recurso de inspeção onde ele mais reduz risco.

Exemplo prático — Valor da parada com EVM (ST-11) e redução de custos (DM-04)

Contexto: Uma parada planejada de 100 h-equipe está com 60% do escopo concluído tendo consumido 70 h.

  1. Abra a ST-11 e informe valor planejado, valor agregado e custo real.

  2. Leia SPI e CPI: SPI < 1 indica atraso; CPI < 1 indica estouro de custo.

  3. Use a DM-04 para projetar a economia ao converter corretiva evitável em preventiva.

Interpretação: EVM antecipa, ainda durante a parada, se ela terminará atrasada/cara, permitindo correção de rota; a DM-04 quantifica o ganho da estratégia de manutenção.

PARTE III — OPERAÇÃO, CONFIGURAÇÃO E GOVERNANÇA

9. Configuração

9.1 Idioma e narração

O idioma em uso é exibido abaixo do menu; conteúdo e narração seguem o idioma selecionado (PT-BR padrão; também EN/ES/FR/DE/IT, entre outros). Cálculos e conteúdos podem ser narrados por síntese de voz, com botões de narrar/parar.

9.2 Exportações

As calculadoras geram PDF do cálculo. No PCM Insights, cada recurso possui “Exportar (PDF)” (via impressão do navegador). Os diagramas ER/DFD/Knowledge Graph geram código Mermaid copiável para editores externos.

9.3 Requisitos online de recursos específicos

  • Leitura de Excel (.xlsx): carrega a biblioteca de leitura na primeira vez (requer internet). Offline, use CSV.

  • Renderização visual de Mermaid: o código é gerado offline; a renderização gráfica pode ser feita em editor externo.

9.4 Privacidade e backup

Os dados de cada perfil ficam isolados e gravados onde o usuário escolher. Por ser local, recomenda-se backup periódico (exportar/importar) e, em ambiente compartilhado, uso de pasta sincronizada (nuvem).

10. Métodos e Normas Aplicadas

Norma / método Aplicação na plataforma
ABNT NBR 5462 Confiabilidade e mantenabilidade (MTBF, MTTR, MTTF, taxa de falhas).
ISO 55000 / 55001 Gestão de ativos: ciclo de vida, criticidade, decisão manter/reformar/substituir.
SAE JA1011 (RCM) Manutenção centrada em confiabilidade: funções, falhas, modos e consequências.
ISO 10816 / 20816 Avaliação de vibração para diagnóstico de condição.
FMEA (RPN) Modos e efeitos de falha: RPN = Severidade × Ocorrência × Detecção.
OEE / TPM Eficiência global do equipamento (disponibilidade × desempenho × qualidade).
RCA / Pareto / Ishikawa / 5 Porquês / FTA Causa raiz e priorização.
PDCA / CEP / CAPA Qualidade total e melhoria contínua.
RBI (PoF × CoF) Inspeção baseada em risco.
EVM (PMBOK) Valor agregado em projetos e paradas (SPI, CPI, EAC).

11. Fluxos de Trabalho Recomendados

A plataforma rende mais quando integrada à rotina. A seguir, um ciclo sugerido.

11.1 Rotina diária (operação)

  1. Abrir o PCM Insights e ler o Painel Executivo e o comentário da IA.

  2. Verificar o Detector de Anomalias e tratar os alertas de severidade alta.

  3. Consultar o Oráculo sobre o ativo crítico do dia (ex.: “Analise a disponibilidade da linha 2”).

11.2 Rotina semanal (planejamento)

  1. Avaliar a Gestão de Backlog e ajustar a programação à capacidade.

  2. Revisar a Eficiência dos Planos e corrigir planos ineficazes/redundantes.

  3. Usar a Análise de Tendências para acompanhar MTBF/MTTR/OEE.

11.3 Rotina mensal/estratégica (gestão)

  1. Atualizar a Matriz de Saúde (ISA) e a Criticidade dos ativos prioritários.

  2. Rodar o LCC dos candidatos à substituição e o Recomendador de Melhorias (ROI/payback).

  3. Reavaliar a Maturidade PCM e registrar lições na Gestão de Conhecimento.

12. Boas Práticas e Solução de Problemas

Situação Recomendação
Excel não abre / fica “lendo” Verifique a conexão (a biblioteca é baixada na 1ª vez) ou exporte como CSV.
Quero o número real do meu banco Informe o esquema (CREATE TABLE) ou um CSV das tabelas na Engenharia de Dados do Oráculo.
Não encontro uma função Use a busca global (lupa) por nome ou pelo código de tela (XXX-999).
A calculadora abre sobre o módulo Comportamento esperado; ao fechá-la, o módulo anterior reaparece.
Voltar à tela anterior Pressione ESC ou use ✕ Fechar; o Menu Principal retorna automaticamente.
Esqueci a senha Não há recuperação automática em ambiente local; mantenha backup dos perfis.

13. Glossário

Termo Definição
PCM Planejamento e Controle de Manutenção.
EAM / CMMS Gestão de Ativos Empresariais / Sistema de Gestão da Manutenção.
MTBF / MTTR / MTTF Tempo médio entre falhas / de reparo / até a falha.
Disponibilidade A = MTBF/(MTBF+MTTR).
Confiabilidade Probabilidade de operar sem falhar por um tempo t.
OEE / TEEP Eficiência global do equipamento / utilização total.
Backlog Carteira de serviços pendentes, em semanas.
RCM / FMEA / RPN Manutenção centrada em confiabilidade / análise de modos de falha / S×O×D.
RCA / FTA Análise de causa raiz / árvore de falhas.
ISA / LCC Índice de Saúde do Ativo / Custo do Ciclo de Vida.
DFD / ER / Knowledge Graph Diagrama de fluxo de dados / entidade-relacionamento / grafo de conhecimento.

14. Casos de Uso Integrados (ponta a ponta)

Os módulos rendem mais quando encadeados. Os casos a seguir mostram como problemas reais percorrem várias ferramentas da plataforma, do sintoma à decisão sustentada por evidência.

Exemplo prático — Caso 1 — De uma parada não planejada à prevenção da reincidência

Contexto: Uma bomba crítica parou e interrompeu a produção; a direção quer impedir que se repita.

  1. No PCM Insights, abra o Heat Map e confirme o setor/linha como hotspot.

  2. Use a Causa Raiz Automática (5 Porquês/Ishikawa) e gere o RCA no Oráculo.

  3. No Oráculo, pergunte “como aumentar o MTBF da bomba?” e aplique a recomendação (tratar o modo dominante).

  4. Quantifique com as calculadoras de MTBF (RB-01) e disponibilidade (RB-04).

  5. Registre o caso na Gestão de Conhecimento e ajuste o plano em Eficiência dos Planos.

Interpretação: O ciclo fecha do evento (parada) à prevenção (plano ajustado e conhecimento retido), com cada passo apoiado em dado e norma — a reincidência deixa de depender da memória de uma pessoa.

Exemplo prático — Caso 2 — Reduzir 15% do custo de manutenção em um trimestre

Contexto: A meta orçamentária exige corte de custo sem perder disponibilidade.

  1. No SIGMA EAM (Mineração), identifique custos ocultos (corretiva evitável, horas extras, retrabalho) e o Pareto de ativos.

  2. No PCM Insights, rode o Detector de Anomalias para achar desvios de custo e o Recomendador de Melhorias (ROI/payback).

  3. Para os ativos do topo do Pareto, calcule a Redução de Custos (DM-04) e o LCC dos candidatos à substituição.

  4. Valide no Simulador de Cenários o efeito de migrar corretiva para preventiva/preditiva.

  5. Implemente as ações de maior ROI e acompanhe por Análise de Tendências (custo e disponibilidade).

Interpretação: A redução de custo passa a ser dirigida por evidência (onde está o desperdício) e protegida contra efeito colateral (a disponibilidade é monitorada), tornando a meta auditável.

Exemplo prático — Caso 3 — Elevar a maturidade do PCM de reativo a gerenciado

Contexto: A gestão quer um plano de evolução estruturado para o ano.

  1. Avalie a Maturidade PCM e registre o índice e as dimensões mais fracas.

  2. Padronize o processo pelo Fluxograma PCM e pelos fluxos da Biblioteca (RCM, planejamento).

  3. Implante as rotinas diária/semanal/mensal do Capítulo 11.

  4. Use Criticidade e ISA para focar os ativos certos e o Backlog para equilibrar carga e capacidade.

  5. Reavalie a maturidade ao fim de cada trimestre e ajuste o plano.

Interpretação: A maturidade vira um ciclo mensurável de melhoria contínua (PDCA): mede-se, age-se nas dimensões fracas e mede-se de novo — a evolução deixa de ser percepção e passa a ser indicador.

Apêndice A — Códigos de Tela e Checklist de Implantação

A.1 Prefixos de código de tela

Prefixo Tela
HOM Menu Principal
ORC Oráculo PCM / Flow Engine
SIA SIGMA Analytics Intelligence Engine
PIN PCM Insights
CAL Calculadora
MAP / FLX Mapa do Ecossistema / Fluxograma

A.2 Checklist de implantação

  1. Criar perfis por equipe e definir o local de armazenamento dos dados.

  2. Informar o esquema real do banco na Engenharia de Dados (CREATE TABLE/CSV).

  3. Validar os indicadores de PCM com as calculadoras.

  4. Definir as rotinas diária/semanal/mensal (Capítulo 11).

  5. Treinar a equipe com o Tutorial e os exemplos práticos deste livro.

ORÁCULO PCM — Manual de Operação e Configuração · Rede Industrial · www.centralsigma.com.br

Apêndice — Histórico de Versões (Changelog)

Seção gerada automaticamente por sync_manual.js a partir do registro de mudanças (MPCM_CHANGELOG) embutido na plataforma. Versão atual: 2026-618.

Versão 2026-618 — PDF imprime exatamente o conteúdo do painel (i) (2026-06-15)

  • A descrição no PDF passa a usar exatamente o conteúdo exibido no painel de Informações (i) da tela atual.
  • No Ecossistema com um módulo em foco, o PDF traz o texto específico daquele módulo (não mais a descrição genérica do ecossistema).
  • Título e corpo do PDF espelham o que o usuário vê no (i).

Versão 2026-617 — PDF do Ecossistema reproduz exatamente a tela (sem sobreposição) (2026-06-15)

  • Corrigida a sobreposição de nós no PDF do Ecossistema: a exportação agora embute os estilos exibidos em tela (nós atenuados e ocultos do foco), reproduzindo exatamente o que está visível.
  • A geração isola o mapa atual e ignora nós que estão ocultos/atenuados na tela, eliminando a mistura de imagens.
  • O PDF combina a imagem fiel da tela com a descrição teórica (i) abaixo.

Versão 2026-616 — Correções no PDF/compartilhamento do Ecossistema e marca d'água (2026-06-15)

  • Ecossistema/mapa: o PDF passa a capturar somente a imagem do mapa atual (o desenho de conexões em foco), eliminando a mistura com telas anteriores.
  • Corrigido o vazamento de elementos indevidos no PDF (prévia de vídeo e sombras): a geração agora isola o conteúdo da tela atual e nunca clona a página inteira.
  • Marca d'água do logo ficou mais transparente (opacidade reduzida à metade) em todos os PDFs.
  • Compartilhamento em redes sociais agora envia a imagem do documento gerado (via compartilhamento nativo com arquivo; onde não houver suporte, a imagem é baixada para anexar).

Versão 2026-615 — Teoria completa de todas as telas (Ecossistema e Calculadoras) (2026-06-15)

  • Cadastrada a teoria que faltava: Ecossistema PCM (visão sistêmica, cadeia de valor, integração por entradas/saídas, rede de módulos) e Calculadoras de Indicadores (RAM, MTBF/MTTR, disponibilidade, OEE, confiabilidade R(t), LCC).
  • Agora as 18 telas do sistema têm explicação teórica em quatro idiomas (PT/EN/ES/DE), usada no botão de informação (i) e no descritivo dos PDFs.
  • O botão (i) do Ecossistema passa a exibir a sua fundamentação.

Versão 2026-614 — PDF do Fluxograma com a imagem do diagrama + descrição + marca (2026-06-15)

  • Na tela do Fluxograma, a ação PDF passa a usar o exportador de imagem do próprio módulo de fluxos: o PDF sai com a imagem do diagrama renderizado e a descrição detalhada do processo.
  • O exportador de PDF do diagrama (fxDocPrint) agora também é gerado com o padrão de marca: marca d'água do logo do Oráculo ao centro, cabeçalho com logo e rodapé de copyright.
  • Nas demais telas, o PDF continua trazendo o conteúdo da tela e a fundamentação, igualmente com marca d'água e rodapé.

Versão 2026-613 — PDF e compartilhamento com o conteúdo da tela + marca d'água e rodapé (2026-06-15)

  • Corrigido: o PDF deixou de capturar apenas a tela (viewport) e passa a gerar um documento com o conteúdo da tela atual e a descrição/fundamentação completa abaixo.
  • Todo PDF é gerado pelo padrão de marca do sistema: marca d'água com o logo do Oráculo ao centro, cabeçalho com logo e rodapé de copyright.
  • O compartilhamento (Facebook e e-mail) passa a incluir o nome da tela atual no texto.

Versão 2026-612 — Nível de conexões no Ecossistema · Barra padrão de compartilhamento/impressão (2026-06-15)

  • Ecossistema: novo seletor acima dos botões para escolher o nível de mergulho das conexões e interconexões entre os módulos (1 a 7, padrão 1) — recurso que estava no Setup, agora ao alcance direto, ampliando as conexões exibidas.
  • Padronização: barra fixa de compartilhamento e impressão presente em todas as telas, com Imprimir/Salvar em PDF e compartilhamento por LinkedIn, Facebook, Instagram e e-mail.
  • A barra de zoom dos fluxos foi elevada para não sobrepor a nova barra inferior; a barra é ocultada na impressão e na tela de login.

Versão 2026-611 — Correções: Setup na barra lateral, barra cinza do topo e segmento Fluxos Gerados (2026-06-15)

  • Setup sem perda de funções: o botão SETUP da barra lateral esquerda agora abre diretamente o painel completo de configurações (e aciona a Revisão do sistema/REFRESH), de forma autônoma — sem depender do botão antigo do canto superior.
  • Removida a barra cinza que aparecia no topo ao abrir telas do Ecossistema/Fluxograma (cabeçalho de botões legado ocultado na visão focada); o código da tela, o botão Voltar e o (i) permanecem.
  • Fluxograma: o segmento "✨ Gerados" (e "Importados") volta a aparecer sempre na lista de fluxos, carregando os fluxos gerados salvos e exibindo aviso quando ainda não há nenhum.

Versão 2026-610 — Limpeza dos controles do canto superior (Fluxograma/Ecossistema) (2026-06-15)

  • Removido o cluster escuro do canto superior direito que aparecia nas telas (Fluxograma, Ecossistema e mapa): o indicador de versão e o antigo botão de informação (i) preto, que não tinham função, foram retirados da tela.
  • Setup sem redundância: o botão Setup do canto superior foi retirado da tela; as configurações continuam acessíveis pelo botão SETUP da barra lateral esquerda, que abre o mesmo painel completo (incluindo a Revisão do sistema / REFRESH).
  • O novo botão de informação (i), com a teoria de cada tela, permanece disponível.

Versão 2026-609 — Padrão único de navegação e cores (PDCA) · Teoria do Oráculo (2026-06-15)

  • Padrão de metodologia aplicado e documentado: Menu principal → Segmentos → Botões → Telas próprias; novo recurso entra em segmento existente ou cria um novo (caso a caso).
  • O documento de metodologia virou o botão TEORIA DO ORÁCULO dentro da Base de Conhecimento (segmento que já existe), inclusive com botão próprio no painel do módulo Oráculo.
  • Identidade visual baseada nas cores do PDCA (Planejar=azul, Executar=amarelo, Verificar=verde, Agir=laranja), com variáveis globais --pdca-p/d/c/a; segmentos e botões da Base de Conhecimento passam a usar a paleta PDCA.
  • Navegação consistente: ESC ou X voltam para a tela anterior, sucessivamente (detalhe → organograma → Teoria → Mapa → tela inicial).
  • Toda tela com teoria no (i): adicionada a explicação teórica da própria Base de Conhecimento e o seu reconhecimento pelo botão de informação.

Versão 2026-608 — Base de Conhecimento ganha o documento técnico Metodologia do Oráculo (2026-06-15)

  • Nova aba/seção ⚙️ Metodologia do Oráculo na Base de Conhecimento: documento técnico profundo de como a plataforma pensa e gera informação para o PCM, com índice navegável e 11 capítulos.
  • Cobre o SIGMA Flow Engine (raciocínio por fluxos executáveis e forward chaining), a interpretação de linguagem natural, a IA híbrida neuro-simbólica com RAG, o Motor de Conhecimento Contínuo (por que e para que atualiza dados na web), o SIGMA Analytics e o Knowledge Graph, o PCM Insights, o grau de confiança (grau de crença bayesiano), a vetorização/busca semântica e a arquitetura de TI local-first.
  • Fecha com a síntese de como a Tecnologia da Informação somada aos conceitos internacionais de gestão da manutenção (ISO 55000, ISO 14224, RCM, FMEA, TPM/OEE, CBM/P-F, ABNT NBR 5462) operacionaliza a ascensão DIKW — dado → informação → conhecimento → decisão.

Versão 2026-607 — Base de Conhecimento = biblioteca científica central, conectada a todos os módulos (2026-06-15)

  • A Base de Conhecimento passou a ser a biblioteca científica central do Oráculo: além das 10 áreas do conhecimento, traz uma camada com os 14 módulos da plataforma, cada um ligado à sua fundamentação (áreas, métodos, normas, fontes do estudo e manual).
  • Conexões bidirecionais: cada módulo mostra suas áreas de fundamentação (e abre a área ao clicar); cada área lista as fontes/referências e os módulos do Oráculo que a aplicam (com link para abrir).
  • Novo ícone 📚 ao lado do código de cada tela: abre a Base de Conhecimento já focada na fundamentação científica daquela tela/módulo (link módulo → base). Inclui o Ecossistema.
  • Botões no painel de cada módulo para abrir o próprio módulo e o manual correspondente, fechando o ciclo base ↔ ferramentas.

Versão 2026-606 — Base de Conhecimento abre de vez · barra de tarefas enxuta · transições sem lapso (2026-06-15)

  • Base de Conhecimento: corrigido o pisca-e-volta — a tela inicial não reconhecia a janela do conhecimento como ativa e reexibia o menu por auto-retorno; agora a janela é reconhecida e permanece aberta, exibindo o organograma de áreas e os assuntos.
  • Removidos os botões Perfil e Administração da barra de tarefas (redundantes — o acesso permanece pelo menu e pelo módulo Setup).
  • Eliminado o lapso da tela anterior ao abrir o Ecossistema ou fechar o Fluxograma: o retorno à tela atual ficou praticamente instantâneo (latência reduzida) e o botão Ecossistema mantém o mapa em foco, sem o menu reaparecer por cima.

Versão 2026-605 — Correção: Base de Conhecimento não interfere mais no Ecossistema e no Fluxograma (2026-06-15)

  • Corrigido o problema em que a janela da Base de Conhecimento (MOTOR DE CONHECIMENTO CONTÍNUO) ficava sobreposta ao Ecossistema e ao Fluxograma, escondendo seus botões e funções: a janela agora é modal e fecha automaticamente ao navegar para qualquer outra tela.
  • O botão fechar (X) da Base de Conhecimento volta para a tela inicial.
  • Ecossistema e Fluxograma restauram integralmente seus botões e funções originais; o conteúdo de conhecimento permanece restrito ao botão Base de Conhecimento.

Versão 2026-604 — Base de Conhecimento (organograma) corrigida + novo logo ORÁCULO PCM (2026-06-15)

  • Corrigido o bug em que a Base de Conhecimento abria e fechava (a tela inicial ficava sobreposta): o módulo agora esconde a home ao abrir e permanece aberto.
  • Base de Conhecimento reformulada como Mapa do Conhecimento — um organograma que consolida todo o conhecimento teórico da plataforma em 10 áreas (PCM, Confiabilidade, Gestão de Ativos, Ferramentas da Qualidade, Preditiva & IIoT, TPM & OEE, Dados & BI, MRO, Normas e Gestão/Pessoas), com botões que revelam os assuntos e o embasamento normativo de cada área.
  • Novo logo ORÁCULO PCM (engrenagem + olho) aplicado em favicon, tela de login, faixa de título, marca da home, tile do Oráculo e em todos os relatórios/PDF (cabeçalho e marca d'água) e exportações de imagem.

Versão 2026-603 — (i) conectado ao módulo e ícone do Manual junto ao título (2026-06-15)

  • Conteúdo do (i) reescrito e conectado a cada módulo: explica os objetivos, a aplicação prática e os conceitos teóricos/reais da tela mostrada (ex.: na tela inicial, os objetivos da plataforma e seu uso prático, com análise de dados e fluxos integrados a dados).
  • Removido o ícone flutuante do Manual que ficava ao lado do botão (i).
  • O ícone do Manual de Uso (📖) passou a aparecer ao lado do título/código de cada tela, abrindo o manual na seção correspondente.

Versão 2026-602 — Recurso (i) aprofundado: base técnica/acadêmica (2026-06-15)

  • Conteúdo do botão (i) depurado e aprofundado em todo o sistema: passou a trazer exclusivamente conhecimento técnico, teórico e acadêmico sobre o ASSUNTO de cada tela.
  • Removidas todas as instruções de uso (“Como usar”, “Como navegar”) do painel (i); a orientação operacional fica no Manual de Uso do Sistema (ícone 📖).
  • Embasamento ampliado com fundamentos, fórmulas, métodos (RCM, FMEA, RCA, Weibull, LCC, KDD, PHM) e normas (ISO 55000, ISO 14224, ISO 5807, IEC 60812/60300/61025, SAE JA1011) nos 4 idiomas.

Versão 2026-601 — Separação entre Informações técnicas (i) e Manual de Uso (2026-06-15)

  • Distinção reforçada: o botão (i) traz exclusivamente conhecimento técnico, teórico e acadêmico sobre o assunto da tela (normas, métodos, fundamentação) — não é manual de uso do sistema.
  • O acesso ao Manual de Uso do Sistema passou a ser um ícone próprio (📖), fora do painel (i), evitando confusão de entendimento.
  • Removido o atalho de manual de dentro do painel (i); rótulo do ícone padronizado como “Manual de Uso do Sistema”.

Versão 2026-600 — Ajuda contextual e atalho para o Manual (2026-06-15)

  • Novo ícone 📖 Manual presente em todas as telas: abre o manual de operação diretamente na seção específica do módulo/tela atual.
  • O ícone do Manual é independente do painel de Informações (i): o (i) é reservado ao conhecimento técnico/teórico do assunto da tela.
  • Registro de versões (changelog) embutido na plataforma, usado para atualizar o manual automaticamente a cada nova versão.

Versão 2026-599 — Flow Engine — fluxogramas SVG no Oráculo (2026-06-15)

  • O console do Oráculo passou a gerar os fluxogramas das respostas como desenhos vetoriais (SVG) renderizados na própria tela.
  • Cada nó recebe forma e cor conforme o tipo (Início/Fim, Decisão, Consulta SQL/API/IA/IoT, entre outros), com marca d'água e rodapé.
  • Botão Baixar SVG por fluxo e exportação em Mermaid (flowchart TD).

Versão 2026-598 — Linha de base (2026-06-14)

  • Versão de referência anterior ao Flow Engine (50 módulos, PCM Insights com 17 recursos, suporte multilíngue PT/EN/ES/DE).